São fotos do que me emociona, me surpreende, me encanta, atrai meu olhar e o prende... e meus olhos, como querem sair livres,em busca do belo,gravam o momento com o "clic", porque a memória, transbordaria de tanto encantamento !
sexta-feira, 2 de maio de 2014
terça-feira, 8 de abril de 2014
Poema que jaz nas entranhas dos pais...
Teria sido tão bom o que íamos fazer
tão cheio de vida!
da nossa própria vida que ainda nos resta,
que nossos filhos nos amariam mesmo assim,
mesmo apesar de não termos conseguido
da primeira vez
ainda que tenhamos tentado,
e compreenderiam nossa serena alegria
e diriam que foi bom não termos desistido
de nossa ingenua alegria,
de nosso desejo de tocar
a fugaz felicidade que pensávamos
para sempre perdida...
teria sido....
Vera Alvarenga: foto e poema
tão cheio de vida!
da nossa própria vida que ainda nos resta,
que nossos filhos nos amariam mesmo assim,
mesmo apesar de não termos conseguido
da primeira vez
ainda que tenhamos tentado,
e compreenderiam nossa serena alegria
e diriam que foi bom não termos desistido
de nossa ingenua alegria,
de nosso desejo de tocar
a fugaz felicidade que pensávamos
para sempre perdida...
teria sido....
Vera Alvarenga: foto e poema
quinta-feira, 3 de abril de 2014
Ficamos juntas agora, para o que der e vier!
Ah, quantas vezes estive junto comigo mesma, com minha paixão e minha vida, naquele ato de exorcismo que é o escrever ( como diz um amigo do Porto, em um de seus escritos). E nos olhamos, e nos afastamos para nos ver melhor, e nos reaproximamos finalmente com um tanto de cuidado e carinho uma pela outra, eu e minhas outras, e aprendendo a nos amar como mais facilmente foi amar ao próximo, e por fim juntamente com o tempo desta maturidade, vim finalmente a saber o que é realmente esta compassividade que eu sentia pelo mundo e também me abracei. Por incrível que pareça, neste abraço compreendi que conseguindo ter compaixão também por mim,tenho ainda mais compreensão para com o outro.
...E assim, não digo o que idealmente se esperaria - que saio do encontro comigo mais inteira ou mais sábia - mas afirmo-lhe que saio comigo nos braços ( com aquela parte mais frágil de mim) para entregá-la a outros braços em quem confio mais que todos, e saio com todas as que sou, todas caminhando junto comigo, lado a lado, e não deixarei jamais uma de nós, ou parte de mim novamente para trás. Ficamos juntas agora para o que der e vier!
Texto e foto: Vera Alvarenga
Inspirada no texto de Melga do Porto - http://imagensepalavrasfz.blogspot.com.br/2014/03/digo-sempreque-escrever-e-um-acto-de.html#comment-form
...E assim, não digo o que idealmente se esperaria - que saio do encontro comigo mais inteira ou mais sábia - mas afirmo-lhe que saio comigo nos braços ( com aquela parte mais frágil de mim) para entregá-la a outros braços em quem confio mais que todos, e saio com todas as que sou, todas caminhando junto comigo, lado a lado, e não deixarei jamais uma de nós, ou parte de mim novamente para trás. Ficamos juntas agora para o que der e vier!
Texto e foto: Vera Alvarenga
Inspirada no texto de Melga do Porto - http://imagensepalavrasfz.blogspot.com.br/2014/03/digo-sempreque-escrever-e-um-acto-de.html#comment-form
sexta-feira, 7 de março de 2014
terça-feira, 4 de março de 2014
Estrela do mar...
Ah! se ele soubesse, quantas vezes
depois da primeira vez,
evitei a visão daquele encontro!
..do abraço que teria sido despedida
e tornou-se laço, e do beijo
que era para ser por ele roubado,
mas foi testemunha de um desejo
que teria ficado escondido
se não fosse um desejo antigo
que ambos guardávamos em segredo,
se não fosse ardente e em seu calor
não nos tivéssemos dissolvido...
Como era difícil não lembrar de um sonho
depois da primeira vez que se tem coragem
e a ousadia de o sonhar!
Se ele soubesse como me quis pequena,
e bela a seus olhos, e amada,
para deitar em seus braços, serena,
depois de fazermos amor....
Quantas vezes temi fechar os olhos e sonhar
antes de abrir meu peito e expor o coração
e me banhar nas águas salgadas do oceano,
e sangrar até o sol ficar vermelho,
e chorar até a lua branquear a areia,
e então,sair de novo, cabelos brancos de sal,
e no peito, pulsando, apenas uma estrela do mar...
foto e poema: Vera Alvarenga
domingo, 2 de março de 2014
Quando aquele anjo me vinha....
Havia um anjo em minha vida,
que mesmo de asas partidas
quando vinha pelas manhãs
me visitar, me fazia sorrir e
eu me sentia mais capaz de amar,
e o sol aquecia minh´alma.
E à noite, quando me deitava,
após ter caminhado pelo dia
corajosa e decididamente,
ainda que sem encontrar
tudo aquilo que me movia
antes da tempestade desabar,
mesmo assim, no meu silêncio
em secreta e doce rendição,
fechava os olhos e me deitava
com ele, e o amava naquela hora,
sem medo, sem qualquer restrição.
A sensação de perda ia embora!
O amor de novo me habitava...
Então, em seus braços, dormia,
e a calma embalava o coração...
Foto/poesia: Vera Alvarenga.
Vídeo Sarah Mclachlan
sábado, 1 de março de 2014
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
Ver tudo o que se tem pra ver...
Liberdade é poder olhar e "ver" o que está longe e o que está ao redor, conhecermos o mundo ao alcance do nosso olhar... espiar pra fora de si.... sentir o vento e respirar, ainda que não se possa ou não se queira ir longe demasiado... liberdade é, em se amando, ver o mundo juntos apesar de amar...
Fotos/texto:Vera Alvarenga
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
domingo, 26 de janeiro de 2014
Aceita mais um convite meu?
Horto Florestal- São Paulo - Brasil
Vem meu querido! é sim, mais um convite meu
põe um sorriso nessa sua cara
e aquela bermuda e sapato confortáveis e...vem comigo!
Ah sim, vamos sair um pouco...
eu sei, é tão confortável no nosso canto mas...
Vale a pena... eu te garanto!
e prometo, vamos andando devagar
Como se não tivéssemos horário,
livres do tempo, dos compromissos
e como se não tivéssemos crianças pra cuidar...
E afinal, é isto mesmo, os ninhos estão vazios
que fazer, se não aproveitar?
para relaxar... ver o mundo com outros olhos
olhos de quem quer apenas se encantar?
Vem querido, pois que a alegre amizade é o que mais deve nos unir agora,
antes que a vida se perca em tantos gestos sem sentido,
e escorra patética em individual solidão e entre os dedos do tempo
como areia que leva, para o fundo do mar, nossa alegria,
vamos sentar neste banco e conversar... ou apenas nos deixar ficar...
Sinto-me tão livre e tão eu, que até me arrepio de prazer
quando estou assim, neste meu ócio dignificado
por tantos anos de trabalho - um premio justificado!
Contudo, estar aqui sozinha, não seria o mesmo
porque tenho este impulso de compartilhar...
e de levar comigo pra onde vou, esta ânsia de amar.
Aceita meu convite então, e vem !
quando somos capazes de amor,ainda pulsa o desejo por viver,
e tal magia se faz singela e natural como um riso de criança
que naturalmente anseia por ser feliz - é só se entregar!
como a gente gosta de se entregar ao que nos daria prazer...
como beber juntos aquela cerveja bem gelada...
mas, para o adulto, é sempre uma opção do coração
- um modo de não se entregar a cinzenta ausência de cor,
uma maneira que escolhemos de olhar
a vida, os mesmos lugares, o mesmo caminhar...
Fotos e texto:Vera Alvarenga
Vem meu querido! é sim, mais um convite meu
põe um sorriso nessa sua cara
e aquela bermuda e sapato confortáveis e...vem comigo!
Ah sim, vamos sair um pouco...
eu sei, é tão confortável no nosso canto mas...
Vale a pena... eu te garanto!
e prometo, vamos andando devagar
Como se não tivéssemos horário,
livres do tempo, dos compromissos
e como se não tivéssemos crianças pra cuidar...
E afinal, é isto mesmo, os ninhos estão vazios
que fazer, se não aproveitar?
para relaxar... ver o mundo com outros olhos
olhos de quem quer apenas se encantar?
Vem querido, pois que a alegre amizade é o que mais deve nos unir agora,
antes que a vida se perca em tantos gestos sem sentido,
e escorra patética em individual solidão e entre os dedos do tempo
como areia que leva, para o fundo do mar, nossa alegria,
vamos sentar neste banco e conversar... ou apenas nos deixar ficar...
Sinto-me tão livre e tão eu, que até me arrepio de prazer
quando estou assim, neste meu ócio dignificado
por tantos anos de trabalho - um premio justificado!
Contudo, estar aqui sozinha, não seria o mesmo
porque tenho este impulso de compartilhar...
e de levar comigo pra onde vou, esta ânsia de amar.
Aceita meu convite então, e vem !
Andemos mais um pouco...ah! espere aí!
Já sei! queres conversar com as pessoas...pois que o faça!
enquanto vou ali um minuto...preciso fotografar!
E se você pensa que as fotos
estarão mais vívidas do que o próprio lugar...
é porque a realidade também se interpreta,
e a vida está também nos olhos de quem a vê...
Concordo com você, meu amigo...mas é pura mágica...quando somos capazes de amor,ainda pulsa o desejo por viver,
e tal magia se faz singela e natural como um riso de criança
que naturalmente anseia por ser feliz - é só se entregar!
como a gente gosta de se entregar ao que nos daria prazer...
como beber juntos aquela cerveja bem gelada...
mas, para o adulto, é sempre uma opção do coração
- um modo de não se entregar a cinzenta ausência de cor,
uma maneira que escolhemos de olhar
a vida, os mesmos lugares, o mesmo caminhar...
Fotos e texto:Vera Alvarenga
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
Lado a lado...
Queria andar suavemente por tua vida
e nela sentir-me rainha, a escolhida,
como serias para mim, meu amado, e
em tua companhia rir-me de contente
por qualquer bobagem, pois que abençoados
viveriamos assim, nossos dias, o meu, o teu,
o nosso destino, escrito como feliz enredo
pelas mãos de um sábio criador de sonhos...
E porque tu, como eu, pensarias que é assim
que vivem os que ao amor são predestinados,
não me envergonharia dos doces sentimentos
e nem daqueles tão mais ousados
pois que não haveria razão para o medo,
e ao ouvir-te chamar-me - querida -
não como outrora ouvi, em gesto calculado
por interesse de um ego hipersociabilizado,
mas nos momentos de doce intimidade
e fruto de espontânea e coerente verdade,
eu me abriria novamente para a vida,
pois que estar assim recolhida chega a assustar-me!
E te reconheceria por não me decepcionares
do sonho, que nele havia um simples desejo
de ser tua, e amada, reflexo de igual desejo teu,
e ao olhar para o lado e ali encontrar-te
ah! como queria beijar-te! e beijar-te!
E fazer-te feliz, pois que é deste modo
que reconheço o que simplesmente sou.
E nossas palavras seriam mais um testemunho
da determinação de forjarmos nossa felicidade.
E eu viveria encantada com tua presença
porque, apesar de tudo, nos encontramos
e serias pra mim o milagre que veio,
por tuas mãos, resgatar-me, e que chegou
para de novo preencher-me da graça
na alegria imensa de poder amar-te,
sem medo, com gratidão, por trazeres luz
e significado de novo para minha vida!
E então, eu teria a plena convicção do
valor de cada momento que me restasse
e que a vida me permitisse a seu lado
satisfazer esta ânsia de viver um grande amor
e te abraçando docemente, feliz
por viver a graça deste nosso amoroso encontro
até o final de nossos dias, não cansaria de dizer-te:
- querido, sou feliz por te amar, meu amado!
Foto e Texto : Vera Alvarenga
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
Atravessando pontes...
e quando sozinha, algo maior que tudo me impulsionava,
coragem e fé me inspiravam
Meu coração, contudo, hoje por vezes me intima
e prometi a ele atravessar as maiores,
somente se sua mão estiver ali no meio,
estendida em minha direção,
e um sorriso em seu rosto me receber...
e então, reencontrarei... reencontraremos,
do outro lado,
o motivador de todas as coisas...
E, com certeza, este dia será abençoado!
E lembrado pelos que nos querem bem,
como o dia em que renascemos.
E o sol brilhará de novo,
em mil flocos de luz...
E então o desejo ardente
se fará em luz incandescente
e criará asas em mim e eu
saberei de novo, quem sou...
Fotos e texto: Vera Alvarenga
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
Nas frágeis asas de uma Libélula...
No Tempo de um recomeço
de um novo ano, de promessas,
que segue indiferente ao que deixa para trás,
que engole os sonhos e todos os ais,
que me marca o rosto e as mãos
e vai inalterado de encontro ao futuro,
apesar de tudo e mesmo assim, encantado...
neste tempo que já não é meu,
do que vou falar que não seja eu?
Do que irremediavelmente sinto e
que a ninguém, nem a mim, interessa mais?
Do que vou falar agora? e pra quem?
Não daquela menina, que desde sempre o tinha
em seu coração ainda que não soubesse,
e o temesse, e o tivesse procurado
e quase o tivesse tocado...
E não falarei mais de mim, que sou meio morta,
desde que meu último e derradeiro sonho
levou com ele minhas asas de libélula e
não posso mais voar!
Deuses, emprestem-me suas asas!
Alguém me escuta, em algum lugar?
Talvez... talvez ainda ouse falar sim,
de outras não de mim, daquelas mulheres
de seus grandes amores e sentimentos, e ah!
parece que já posso sentir o vento nos quintais
fazendo dançar as roupas e os cabelos,
refrescando-me a pele na tarde quente
que me cora a face, o desejo ardente,
e por que não? Por que não?
Falar dos seus sonhos, não dos meus!
porque ainda assim, ao falar de amor,
seja onde for, somos todas iguais...
e na renda de delicadas asas
vejo escrito seu nome e só assim,
sinto o bater das frágeis asas da libélula,
vida pulsante em meu coração...
Foto e poesia: Vera Alvarenga
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
Parabéns meu filho!
Mas, como dei os álbuns para cada um de vocês,
fiquei aqui procurando no meu computador...e encontrei umas fotos das fotos... Olha só!!
São antigas mesmo. Digo, eu é que sou antiga agora...rs...
Você daqui há pouco estará fazendo 36 anos!
Aliás, como está aí na França, nossa, já é seu aniversário! Então parabéns, meu filho!
Você lembra desta fantasia? Acho que não, mas era um de meus heróis preferidos! Aliás, era o meu Zorro preferido.
Esta é uma das minhas fotos preferidas. Foi lá em Bragança Paulista.
Eu queria que vocês também pudessem conviver com umas galinhas...kkk... comer ovos fresquinhos...Tinha uma chamada Josefina....
Filho, quero que se lembre que eu sempre me orgulhei de você, mesmo quando você achou meio estranho e não compreendeu muito bem porque seus colegas de Judô, durante o torneio, ficavam com a cara "tão brava" e pareciam com raiva... você só queria se divertir... não quis mais "lutar" Judô...lembra?
Mesmo apesar de ter se classificado... Você sempre foi de paz!
Me orgulhava de você quando ganhava também, é claro! Isto porque se esforçava em todos os torneios e campeonatos, mas mantinha sempre a alegria ... aliás também de seus irmãos eu me orgulhava porque vocês faziam tudo para principalmente se divertir e competiam também para ganhar, mas respeitando os amigos e sem apelar... E eu, torcia muito, muito mesmo!
Até hoje vocês são assim, jogam limpo! No esporte e na vida!
Deus te abençõe! Que os anjos da guarda te protejam sempre!
E que este ano você tenha muitos momentos de alegria!
Beijo carinhoso... eu, a que não é perfeita e nunca quis ser mas, certamente é a melhor de todas as suas mães...kkk...
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
Voam livres as borboletas, quando bate a saudade...
E eu que pensei, confesso,
que ele podia ser você, ou vice versa!
Um empréstimo, talvez, um disfarce...
Melhor nem ter pensado!
Porque então, o que teria sido eu, ao teu olhar
além de hilária ou ridícula figura?
A bem da verdade, o pensamento me ocorreu
ainda outro dia e apenas porque já não o via,
e há tanto tempo que minha mente
pregou-me esta peça ou armadilha, quem sabe.
E me deparei com algumas semelhanças
no que você e ele tinham em comum,
alguns gostos, surpreendentemente os
mesmos livros,
e lembrei daquele endereço, que um dia foi igual.
Contudo, mesmo assim, apaguei de mim
tal desconfiança, e como a criança
que escreve, na parede, asneiras em carvão
e depressa se arrepende,
apaguei a desconfiança do coração!
- Será que você, de fato, existe?
Duras palavras...se joguei-as ao vento,
corri e as catei antes que se perdessem
como borboletas que voam ao léu
sem pressentir o perigo, sem ponderar o castigo
que tal liberdade pode acarretar.
E neste mesmo e exato momento, o nome dele
apagou-se da lista dos que me podiam contar,
através de uma mensagem, um recado
seu.
Deixou-me perplexa e triste a coincidência...
Ah! Melhor seria não ter pensado...
- Bobagem, disse de mim para mim mesma,
são delírios de saudade...
borboletas que vão e vem,
deixa apenas o tempo passar....Foto retirada do google imagens
- Poesia: Vera Alvarenga
sábado, 23 de novembro de 2013
O pequeno barco
Nem todo o mar é igual e
nem todo o que nele navega.
Aquele era pequeno e simples
feito barco de um só pescador,
perfeito para o que fora criado.
Mas agora, o barco naquela baía
sozinho ia, no meio de toda a gente
que na praia ria contente, e ele,
zanzando indolente, permanecia
à deriva, meio que perdido, dormente,
como o coração do homem
que não encontra onde ancorar,
ainda que a um passo do pequeno porto,
ainda que vadio naquele todo mar.
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