São fotos do que me emociona, me surpreende, me encanta, atrai meu olhar e o prende... e meus olhos, como querem sair livres,em busca do belo,gravam o momento com o "clic", porque a memória, transbordaria de tanto encantamento !
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
Ver tudo o que se tem pra ver...
Liberdade é poder olhar e "ver" o que está longe e o que está ao redor, conhecermos o mundo ao alcance do nosso olhar... espiar pra fora de si.... sentir o vento e respirar, ainda que não se possa ou não se queira ir longe demasiado... liberdade é, em se amando, ver o mundo juntos apesar de amar...
Fotos/texto:Vera Alvarenga
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
domingo, 26 de janeiro de 2014
Aceita mais um convite meu?
Horto Florestal- São Paulo - Brasil
Vem meu querido! é sim, mais um convite meu
põe um sorriso nessa sua cara
e aquela bermuda e sapato confortáveis e...vem comigo!
Ah sim, vamos sair um pouco...
eu sei, é tão confortável no nosso canto mas...
Vale a pena... eu te garanto!
e prometo, vamos andando devagar
Como se não tivéssemos horário,
livres do tempo, dos compromissos
e como se não tivéssemos crianças pra cuidar...
E afinal, é isto mesmo, os ninhos estão vazios
que fazer, se não aproveitar?
para relaxar... ver o mundo com outros olhos
olhos de quem quer apenas se encantar?
Vem querido, pois que a alegre amizade é o que mais deve nos unir agora,
antes que a vida se perca em tantos gestos sem sentido,
e escorra patética em individual solidão e entre os dedos do tempo
como areia que leva, para o fundo do mar, nossa alegria,
vamos sentar neste banco e conversar... ou apenas nos deixar ficar...
Sinto-me tão livre e tão eu, que até me arrepio de prazer
quando estou assim, neste meu ócio dignificado
por tantos anos de trabalho - um premio justificado!
Contudo, estar aqui sozinha, não seria o mesmo
porque tenho este impulso de compartilhar...
e de levar comigo pra onde vou, esta ânsia de amar.
Aceita meu convite então, e vem !
quando somos capazes de amor,ainda pulsa o desejo por viver,
e tal magia se faz singela e natural como um riso de criança
que naturalmente anseia por ser feliz - é só se entregar!
como a gente gosta de se entregar ao que nos daria prazer...
como beber juntos aquela cerveja bem gelada...
mas, para o adulto, é sempre uma opção do coração
- um modo de não se entregar a cinzenta ausência de cor,
uma maneira que escolhemos de olhar
a vida, os mesmos lugares, o mesmo caminhar...
Fotos e texto:Vera Alvarenga
Vem meu querido! é sim, mais um convite meu
põe um sorriso nessa sua cara
e aquela bermuda e sapato confortáveis e...vem comigo!
Ah sim, vamos sair um pouco...
eu sei, é tão confortável no nosso canto mas...
Vale a pena... eu te garanto!
e prometo, vamos andando devagar
Como se não tivéssemos horário,
livres do tempo, dos compromissos
e como se não tivéssemos crianças pra cuidar...
E afinal, é isto mesmo, os ninhos estão vazios
que fazer, se não aproveitar?
para relaxar... ver o mundo com outros olhos
olhos de quem quer apenas se encantar?
Vem querido, pois que a alegre amizade é o que mais deve nos unir agora,
antes que a vida se perca em tantos gestos sem sentido,
e escorra patética em individual solidão e entre os dedos do tempo
como areia que leva, para o fundo do mar, nossa alegria,
vamos sentar neste banco e conversar... ou apenas nos deixar ficar...
Sinto-me tão livre e tão eu, que até me arrepio de prazer
quando estou assim, neste meu ócio dignificado
por tantos anos de trabalho - um premio justificado!
Contudo, estar aqui sozinha, não seria o mesmo
porque tenho este impulso de compartilhar...
e de levar comigo pra onde vou, esta ânsia de amar.
Aceita meu convite então, e vem !
Andemos mais um pouco...ah! espere aí!
Já sei! queres conversar com as pessoas...pois que o faça!
enquanto vou ali um minuto...preciso fotografar!
E se você pensa que as fotos
estarão mais vívidas do que o próprio lugar...
é porque a realidade também se interpreta,
e a vida está também nos olhos de quem a vê...
Concordo com você, meu amigo...mas é pura mágica...quando somos capazes de amor,ainda pulsa o desejo por viver,
e tal magia se faz singela e natural como um riso de criança
que naturalmente anseia por ser feliz - é só se entregar!
como a gente gosta de se entregar ao que nos daria prazer...
como beber juntos aquela cerveja bem gelada...
mas, para o adulto, é sempre uma opção do coração
- um modo de não se entregar a cinzenta ausência de cor,
uma maneira que escolhemos de olhar
a vida, os mesmos lugares, o mesmo caminhar...
Fotos e texto:Vera Alvarenga
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
Lado a lado...
Queria andar suavemente por tua vida
e nela sentir-me rainha, a escolhida,
como serias para mim, meu amado, e
em tua companhia rir-me de contente
por qualquer bobagem, pois que abençoados
viveriamos assim, nossos dias, o meu, o teu,
o nosso destino, escrito como feliz enredo
pelas mãos de um sábio criador de sonhos...
E porque tu, como eu, pensarias que é assim
que vivem os que ao amor são predestinados,
não me envergonharia dos doces sentimentos
e nem daqueles tão mais ousados
pois que não haveria razão para o medo,
e ao ouvir-te chamar-me - querida -
não como outrora ouvi, em gesto calculado
por interesse de um ego hipersociabilizado,
mas nos momentos de doce intimidade
e fruto de espontânea e coerente verdade,
eu me abriria novamente para a vida,
pois que estar assim recolhida chega a assustar-me!
E te reconheceria por não me decepcionares
do sonho, que nele havia um simples desejo
de ser tua, e amada, reflexo de igual desejo teu,
e ao olhar para o lado e ali encontrar-te
ah! como queria beijar-te! e beijar-te!
E fazer-te feliz, pois que é deste modo
que reconheço o que simplesmente sou.
E nossas palavras seriam mais um testemunho
da determinação de forjarmos nossa felicidade.
E eu viveria encantada com tua presença
porque, apesar de tudo, nos encontramos
e serias pra mim o milagre que veio,
por tuas mãos, resgatar-me, e que chegou
para de novo preencher-me da graça
na alegria imensa de poder amar-te,
sem medo, com gratidão, por trazeres luz
e significado de novo para minha vida!
E então, eu teria a plena convicção do
valor de cada momento que me restasse
e que a vida me permitisse a seu lado
satisfazer esta ânsia de viver um grande amor
e te abraçando docemente, feliz
por viver a graça deste nosso amoroso encontro
até o final de nossos dias, não cansaria de dizer-te:
- querido, sou feliz por te amar, meu amado!
Foto e Texto : Vera Alvarenga
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
Atravessando pontes...
e quando sozinha, algo maior que tudo me impulsionava,
coragem e fé me inspiravam
Meu coração, contudo, hoje por vezes me intima
e prometi a ele atravessar as maiores,
somente se sua mão estiver ali no meio,
estendida em minha direção,
e um sorriso em seu rosto me receber...
e então, reencontrarei... reencontraremos,
do outro lado,
o motivador de todas as coisas...
E, com certeza, este dia será abençoado!
E lembrado pelos que nos querem bem,
como o dia em que renascemos.
E o sol brilhará de novo,
em mil flocos de luz...
E então o desejo ardente
se fará em luz incandescente
e criará asas em mim e eu
saberei de novo, quem sou...
Fotos e texto: Vera Alvarenga
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
Nas frágeis asas de uma Libélula...
No Tempo de um recomeço
de um novo ano, de promessas,
que segue indiferente ao que deixa para trás,
que engole os sonhos e todos os ais,
que me marca o rosto e as mãos
e vai inalterado de encontro ao futuro,
apesar de tudo e mesmo assim, encantado...
neste tempo que já não é meu,
do que vou falar que não seja eu?
Do que irremediavelmente sinto e
que a ninguém, nem a mim, interessa mais?
Do que vou falar agora? e pra quem?
Não daquela menina, que desde sempre o tinha
em seu coração ainda que não soubesse,
e o temesse, e o tivesse procurado
e quase o tivesse tocado...
E não falarei mais de mim, que sou meio morta,
desde que meu último e derradeiro sonho
levou com ele minhas asas de libélula e
não posso mais voar!
Deuses, emprestem-me suas asas!
Alguém me escuta, em algum lugar?
Talvez... talvez ainda ouse falar sim,
de outras não de mim, daquelas mulheres
de seus grandes amores e sentimentos, e ah!
parece que já posso sentir o vento nos quintais
fazendo dançar as roupas e os cabelos,
refrescando-me a pele na tarde quente
que me cora a face, o desejo ardente,
e por que não? Por que não?
Falar dos seus sonhos, não dos meus!
porque ainda assim, ao falar de amor,
seja onde for, somos todas iguais...
e na renda de delicadas asas
vejo escrito seu nome e só assim,
sinto o bater das frágeis asas da libélula,
vida pulsante em meu coração...
Foto e poesia: Vera Alvarenga
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
Parabéns meu filho!
Mas, como dei os álbuns para cada um de vocês,
fiquei aqui procurando no meu computador...e encontrei umas fotos das fotos... Olha só!!
São antigas mesmo. Digo, eu é que sou antiga agora...rs...
Você daqui há pouco estará fazendo 36 anos!
Aliás, como está aí na França, nossa, já é seu aniversário! Então parabéns, meu filho!
Você lembra desta fantasia? Acho que não, mas era um de meus heróis preferidos! Aliás, era o meu Zorro preferido.
Esta é uma das minhas fotos preferidas. Foi lá em Bragança Paulista.
Eu queria que vocês também pudessem conviver com umas galinhas...kkk... comer ovos fresquinhos...Tinha uma chamada Josefina....
Filho, quero que se lembre que eu sempre me orgulhei de você, mesmo quando você achou meio estranho e não compreendeu muito bem porque seus colegas de Judô, durante o torneio, ficavam com a cara "tão brava" e pareciam com raiva... você só queria se divertir... não quis mais "lutar" Judô...lembra?
Mesmo apesar de ter se classificado... Você sempre foi de paz!
Me orgulhava de você quando ganhava também, é claro! Isto porque se esforçava em todos os torneios e campeonatos, mas mantinha sempre a alegria ... aliás também de seus irmãos eu me orgulhava porque vocês faziam tudo para principalmente se divertir e competiam também para ganhar, mas respeitando os amigos e sem apelar... E eu, torcia muito, muito mesmo!
Até hoje vocês são assim, jogam limpo! No esporte e na vida!
Deus te abençõe! Que os anjos da guarda te protejam sempre!
E que este ano você tenha muitos momentos de alegria!
Beijo carinhoso... eu, a que não é perfeita e nunca quis ser mas, certamente é a melhor de todas as suas mães...kkk...
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
Voam livres as borboletas, quando bate a saudade...
E eu que pensei, confesso,
que ele podia ser você, ou vice versa!
Um empréstimo, talvez, um disfarce...
Melhor nem ter pensado!
Porque então, o que teria sido eu, ao teu olhar
além de hilária ou ridícula figura?
A bem da verdade, o pensamento me ocorreu
ainda outro dia e apenas porque já não o via,
e há tanto tempo que minha mente
pregou-me esta peça ou armadilha, quem sabe.
E me deparei com algumas semelhanças
no que você e ele tinham em comum,
alguns gostos, surpreendentemente os
mesmos livros,
e lembrei daquele endereço, que um dia foi igual.
Contudo, mesmo assim, apaguei de mim
tal desconfiança, e como a criança
que escreve, na parede, asneiras em carvão
e depressa se arrepende,
apaguei a desconfiança do coração!
- Será que você, de fato, existe?
Duras palavras...se joguei-as ao vento,
corri e as catei antes que se perdessem
como borboletas que voam ao léu
sem pressentir o perigo, sem ponderar o castigo
que tal liberdade pode acarretar.
E neste mesmo e exato momento, o nome dele
apagou-se da lista dos que me podiam contar,
através de uma mensagem, um recado
seu.
Deixou-me perplexa e triste a coincidência...
Ah! Melhor seria não ter pensado...
- Bobagem, disse de mim para mim mesma,
são delírios de saudade...
borboletas que vão e vem,
deixa apenas o tempo passar....Foto retirada do google imagens
- Poesia: Vera Alvarenga
sábado, 23 de novembro de 2013
O pequeno barco
Nem todo o mar é igual e
nem todo o que nele navega.
Aquele era pequeno e simples
feito barco de um só pescador,
perfeito para o que fora criado.
Mas agora, o barco naquela baía
sozinho ia, no meio de toda a gente
que na praia ria contente, e ele,
zanzando indolente, permanecia
à deriva, meio que perdido, dormente,
como o coração do homem
que não encontra onde ancorar,
ainda que a um passo do pequeno porto,
ainda que vadio naquele todo mar.
domingo, 17 de novembro de 2013
Reflexos...
Quando mergulho em lembranças que são minhas, vejo você refletido nelas.
Ainda que mergulhe mais fundo no oceano, meu olhar verá em tudo, um reflexo de você.
Fotos e texto: Vera Alvarenga
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Gato na janela....
E um dia, ela entrou por aquela porta.
Ao apagar a luz, pode ver na penumbra
o gato afastar-se silencioso e postar-se
à janela,com o mesmo olhar indiferente
com que seu dono olhava através dela.
E da janela, a luz que entrava, ainda
iluminava o livro aberto sobre a mesa
e a cadeira onde ele agora, se recostava.
Andando lenta mas decididamente, chegou perto
e sem hesitar um instante, porque sonhava,
estendendo a mão, tocou-lhe o rosto
e mesmo à pouca luz, olharam-se,
e ela viu naquele rosto tão querido,
o sorriso que, para ela, foi dirigido.
E viram, um no outro, o que era para ver
e souberam tudo o que era para saber.
Ela o beijou, docemente,
sem receio de ser mal compreendida...
e se beijaram de novo e ardentemente
como quem, finalmente, retorna à vida.
Foto retirada do Google ( com citação para br.freepik.com)
Poema: Vera Alvarenga
Ao apagar a luz, pode ver na penumbra
o gato afastar-se silencioso e postar-se
à janela,com o mesmo olhar indiferente
com que seu dono olhava através dela.
E da janela, a luz que entrava, ainda
iluminava o livro aberto sobre a mesa
e a cadeira onde ele agora, se recostava.
Andando lenta mas decididamente, chegou perto
e sem hesitar um instante, porque sonhava,
estendendo a mão, tocou-lhe o rosto
e mesmo à pouca luz, olharam-se,
e ela viu naquele rosto tão querido,
o sorriso que, para ela, foi dirigido.
E viram, um no outro, o que era para ver
e souberam tudo o que era para saber.
Ela o beijou, docemente,
sem receio de ser mal compreendida...
e se beijaram de novo e ardentemente
como quem, finalmente, retorna à vida.
Foto retirada do Google ( com citação para br.freepik.com)
Poema: Vera Alvarenga
Meu terraço...
Ontem, domingo, foi um dia tranquilo. E no final da tarde depois de pendurarmos os vasos que compramos , eu pude finalmente sentar-me na cadeira de balanço para ler um livro e curtir meu terraço. Agora sim, está do jeito que eu gosto... com flores e a Jaboticabeira.
Ainda falta trocar o piso e não cabe mais o pé de amora, e a jardineira de Gerânios de várias cores que me encantavam. Também não dá mais para colocar a espreguiçadeira onde, durante algumas tardes eu lia, ouvindo música e depois tirava um cochilo ou pensava na vida...rs...
Mas, quando o sol começa a se esconder atrás das árvores, dá pra ficar lá para ler, tomar um cafezinho, até jogar baralho. Sabe de uma coisa? É do tamanho ideal!!
Tem até uma cadeira para os amigos mais íntimos... E, logo poderei colher jaboticabas!
Adoro meu terraço!
Nele, já começo a receber antigos visitantes, mas só quando não estou lá...rs..
Quando quiser, apareça para um cafezinho... é fácil reconhecer qual é o meu terraço...rs..
Sou abençoada por poder viver em São Paulo, no meio de árvores, periquitos, pica-paus, saguis, sanhaços, ouvindo o canto dos sabiás...
Fotos: Vera Alvarenga.
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